A difícil decisão de liderar de verdade

Desde que Carlos entrou na empresa tinha um objetivo em mente: tornar-se um gestor. Mas assim que conseguiu atingir sua meta, viu que sua vida tinha se tornado muito mais difícil dentro da empresa.

Ele era cobrado de cima e de baixo, precisava apresentar resultados, mas também estimular a motivação em seus colaboradores, precisava se destacar, mas ao mesmo tempo ser parceiro das outras áreas. Sua cabeça ficou confusa, quis voltar atrás, mas já era tarde. Seu “passaporte” já tinha sido carimbado e ele estava longe demais pra retornar.

Sua única saída era assumir de vez esse papel e seguir em frente com determinação.

E foi isso que Carlos fez. Matou no peito a responsabilidade de liderar, estudou, aprendeu, perguntou, entendeu que feedback pode vir de qualquer um, e que as críticas são suas únicas chances de crescer. Passou a precisar menos de reconhecimento e mais da visão daqueles que enxergam além do óbvio. Buscou o desenvolvimento.

Carlos hoje defende a equipe como se fossem os últimos que podem ajudá-lo, defende a empresa como se fosse sua, investe tempo planejando, treinando pessoas, avaliando números e buscando melhorar, ouve as pessoas e está sendo aquilo que sempre quis ser: Líder.

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