Será o fim das revisões anuais de desempenho?

Todos nós sabemos que em empresas de qualquer tamanho ou segmento, os gestores tem um impacto profundo sobre a forma como se desenvolve o trabalho. Pois além de interagir com nossos pares, temos forte relação diária com nossos líderes. E isso pode mudar profundamente os resultados de uma equipe. Em todo o mundo, estamos percebendo uma mudança de foco de gerenciamento de projetos para uma gestão mais próxima, focada em feedback contínuo e frequente, que também chamamos de coaching.

“85% das empresas citam a liderança como o tema mais importante.”

As empresas líderes, como GE e Accenture, estão “enterrando” revisões anuais de desempenho, para abrir caminho para um trabalho centrado na melhoria e no engajamento. Aumentando a frequência de avaliações e análise de resultados durante o ano. E a influência que os gestores têm sobre a nossa forma de trabalhar faz esta transição extremamente poderosa.

De acordo com um estudo da Bersin pela Deloitt, 85% de todos os líderes de RH e negócios pesquisados citam liderança como um de seus desafios mais importantes. Apesar disso, as empresas ainda não estão se comprometendo fortemente com o desenvolvimento de seus gestores.

“O que os gerentes podem fazer para se tornar bons coaches?”

Uma forma prática de desenvolver a liderança é treinar os líderes para que se tornem coaches. Mas para isso funcionar, além das técnicas de coaching e de desenvolvimento profissional, é fundamental que a empresa ofereça um suporte amplo e funcional.

Veja os cinco itens que não podem faltar para uma gestão eficiente:

  • – Alinhar os objetivos estratégicos com toda a liderança;
  • – Garantir que os líderes alinhem suas metas com cada liderado;
  • – Definir as competências de cada função para avaliação constante;
  • – Oferecer ferramentas para que o líder gerencie os resultados da equipe para que possa realizar avaliações com frequência mínima trimestral;
  • – Estimular a prática de feedback contínuo e formal.

Os gerentes não só representam uma enorme fração da maioria das empresas – em nosso banco de dados a cada cinco pessoas, uma é líder – mas eles também representam a maioria no grupo influente. Por isso, aproximar líderes e seus liderados, nunca foi tão importante e urgente!


De acordo com um relatório da Gallup, quase 65% dos empregados que concordam que o seu gerente ajuda a definir prioridades e objetivos, estão engajados com o trabalho.

A construção das metas em conjunto, o alinhamento e o acompanhamento dos resultados, são a base do comprometimento e de uma gestão eficaz, que ajudará as empresas à sobreviver em tempos tão difíceis.

Mas quais são as vantagens de fazer essa transição?

Construindo em conjunto

Em primeiro lugar o sentimento de importância que isso vai gerar nos liderados, deve reduzir aquela sensação de ser apenas um executor. Tiramos o colaborador de uma função braçal e o estimulamos a usar a cabeça. Tornando-o de verdade, parte importante do processo.

Acompanhando e analisando

Novas pesquisas sugerem que empresas que visitam suas metas pelo menos a cada 3 meses, são 3.5x mais propensas a ter alta performance, independente do segmento. (Harvard Business Review, 2015).

Chegou a hora de ampliar nossa visão e fazer o que deve ser feito! 
Vamos envolver as pessoas e extrair delas todo seu potencial!

 

 

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